DUBLIN – O presidente da Comissão Europeia, Herman Van Rompuy, disse hoje que a Irlanda está “nos trilhos” com seu pacote de socorro e que o paÃs pode se apoiar nas próprias forças econômicas. As declarações foram feitas após uma reunião com o primeiro-ministro da Irlanda, Enda Kenny, para discutir os problemas da dÃvida na Europa, antes da cúpula dos lÃderes da União Europeia, marcada para a próxima semana.
Há chances “reais” para que a Irlanda feche um acordo para reduzir as taxas de juros sobre seus empréstimos de socorro, disse Van Rompuy, sem revelar quando qualquer acordo será alcançado. Desde que assumiu o poder em março, a nova coalizão irlandesa tenta reduzir a taxa de juros, de cerca de 6%, que o paÃs paga sobre o empréstimo de 67,5 bilhões de euros do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da União Europeia (UE).
O custo crescente de seu plano de socorro bancário forçou a Irlanda a pedir um empréstimo do FMI e da UE em novembro passado, quando os mercados se recusaram a emprestar mais dinheiro ao paÃs e a seus bancos. Conduzida pelas exportações, a economia da Irlanda voltará a crescer no próximo ano, após três anos de recessão, afirmou Van Rompuy.
Fonte: estadao.com.br

Presidente dos EUA inicia viagem de uma semana pela Europa.
Visita acontece em momento de grave crise econômica irlandesa.
O presidente americano, Barack Obama, desembarcou nesta segunda-feira (23) na Irlanda, primeira etapa da viagem de uma semana à Europa.
O Air Force One pousou em Dublin à s 9h30 (5h30 de BrasÃlia), pouco antes do previsto.
Obama, que está acompanhado pela primeira-dama Michele e ficará menos de 24 horas na Irlanda, terá uma reunião com a presidente irlandesa, Mary McAleese, e depois um encontro com o primeiro-ministro Enda Kenny.
A visita acontece em um momento de grave crise econômica irlandesa.
Barack Obama posa para foto com a presidente irlandesa, Mary McAleese, em Dublin (Foto: Reuters)Mas o grande momento da visita à ilha, cercada por um grande dispositivo de segurança como a da rainha Elizabeth II na semana passada, será a viagem à pequena cidade de Moneygall, de onde era originário um dos tataravós de Obama por parte de mãe.
Filho de um sapateiro, o antepassado de Obama, Falmouth Kearney, viveu na localidade, que fica a 130 km de Dublin, até os 19 anos, antes de emigrar para os Estados Unidos em 1850, fugindo da fome como muitos compatriotas. Na localidade ainda vive um primo distante do presidente americano, Henry Healy, de 26 anos.
O presidente Obama deve pronunciar ainda um discurso no final do dia nas escadas do Banco da Irlanda, no centro da capital.
Fonte: globo.com
Nós próximos dias alguns eventos importantes estarão acontecendo em Dublin.
17 até 19 Maio: Visita Real da Rainha Elizabeth II.
18 de Maio: Final da UEFA Europa League (Aviva Stadium).
23 até 24 Maio: Visita do presidente dos EUA, Barack Obama.
![]() |
| Rua ao norte da O’Connell Street fechada desde sábado. source |
![]() |
| Lixeiras foram retiradas para evitar que bombas sejam plantadas nelas. source |
![]() |
| 8,000 policiais fazem parte da operação de segurança da Rainha, mais do que a do presidente Obama. source |
Fonte:Â http://irishexp.blogspot.com/ (excelente blog, sempre atualizado!)

A polÃcia britânica recebeu hoje uma ameaça de bomba em Londres vinda de dissidentes republicanos irlandeses, informaram autoridades policiais. A ameaça ocorre na véspera de uma visita histórica da rainha Elizabeth II à República da Irlanda e uma semana antes de uma visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
O alerta elevou a tensão, após um aumento na violência na Irlanda do Norte. Um comunicado de um importante grupo paramilitar afirmou que a monarquia britânica era procurada por “crimes de guerra”. “Um alerta de ameaça de bomba foi recebido relativo ao centro de Londres hoje (segunda-feira). A ameaça não é especÃfica em relação à localização ou hora”, explicou um porta-voz da Scotland Yard. “Nós acreditamos que a ameaça esteja ligada ao terrorismo republicano dissidente.”
A polÃcia fechou uma importante rodovia que levava ao Palácio de Buckingham durante várias horas nesta segunda-feira. Uma busca, porém, não encontrou nada suspeito, apesar de ter havido uma explosão controlada de uma pasta na área. Agentes chegaram a inspecionar um cano de esgoto durante a investigação, testemunhou um jornalista da France Presse.
As advertências são tradicionalmente feitas por grupos republicanos irlandeses. Houve uma recente piora na violência dos republicanos na Irlanda do Norte, com um policial morto por uma bomba em abril. Porém a Scotland Yard afirmou que não ocorreu uma alteração no nÃvel de alerta oficial. Ainda assim, ele é considerado “substancial, significando que um ataque é uma forte possibilidade”, informou a polÃcia britânica em comunicado. No caso do terrorismo internacional, o nÃvel de alerta oficial é maior, sendo considerado “severo”.
A visita de quatro dias da rainha à Irlanda é cercada por uma forte operação de segurança, em meio a ameaças de dissidentes republicanos contrários à presença britânica em solo irlandês. A polÃcia dos dois lados da fronteira prendeu vários suspeitos dissidentes republicanos, pois há um temor de que esses grupos aproveitem a visibilidade com a presença da rainha para cometer atos violentos.
O grupo paramilitar “IRA Verdadeiro”, uma dissidência do Exército Republicano Irlandês (IRA), afirmou que a rainha é procurada por “crimes de guerra” e “não é bem-vinda em solo irlandês”. Também ameaçou garantir que ela “entenda essa mensagem”.
Será a primeira visita à Irlanda de um monarca britânico desde que a república se tornou independente, em 1922. O último monarca britânico a visitar o paÃs foi George V, há um século. A segurança no Reino Unido e na Irlanda já estava reforçada, antes da visita na próxima semana de Obama ao paÃs. Em seguida, Obama irá ao Reino Unido. As informações são da Dow Jones.
> Ir para: NotÃcias da Irlanda
Taxa de desemprego da Irlanda cai a 14,6% em abril: O número de pessoas que recorrem ao auxÃlio-desemprego e de trabalhadores de meio perÃodo caiu para 439,2 mil em abril.
A taxa de desemprego na Irlanda caiu levemente para 14,6% em abril, de 14,7% em março, informou o Escritório Central de EstatÃsticas. O número de pessoas que recorrem ao auxÃlio-desemprego e de trabalhadores de meio perÃodo caiu para 439,2 mil em abril, em base sazonalmente ajustada, de 440,8 mil em março. Em base não ajustada, esse número cedeu para 439,571 mil em abril, de 441,193 mil em março.
As informações são da Dow Jones.
Aumenta pressão para UE renegociar ajuda a Grécia e Irlanda: Europa pode ser pressionada a disponibilizar novas ajudas pelos próximos anos.
A União Europeia está sob pressão para renegociar os pacotes de ajuda a Irlanda e Grécia, após um ministro irlandês afirmar que qualquer concessão feita a Atenas precisa produzir também melhores termos financeiros para Dublin.
A ajuda de 110 bilhões de euros para a Grécia, definida em maio do ano passado, e o pacote de 85 bilhões de euros para a Irlanda, anunciado em novembro, foram pensados para ser as pedras angulares da resposta europeia à crise na região. O fato de que ambos possam ser revisados, de forma talvez mais radical no caso grego, salienta o fracasso até agora da estratégia de convencer os mercados de que os problemas estão sob controle, e sugere que a Europa pode ser pressionada a disponibilizar novas ajudas pelos próximos anos. O ministro de Energia da Irlanda, Pat Rabitte, disse à TV estatal RTE neste domingo que gostaria de ver o reagendamento dos empréstimos de emergência feitos ao paÃs. ”Bem francamente, a taxa (de juros) cobrada da Irlanda precisa ser reduzida, e no meu ponto de vista, a dÃvida também precisa ser reagendada, mas isso é outra questão.” Ele também disse que a Irlanda pretende continuar negociando melhores termos financeiros durante os três anos de duração do programa de ajuda.
Rabitte diz que isso é coerente com a situação da Grécia. Após um encontro secreto de importantes autoridades financeiras da zona do euro na sexta-feira, Jean-Claude Juncker, presidente do grupo de ministros de Finanças da região, disse que há consenso de que a Grécia precisa de um novo plano. ”Isso precisa ser discutido em detalhes e será abordado na próxima reunião do Eurogroup (entre os ministros), no dia 16 de maio”, disse Juncker.
O ministro das Finanças da Grã-Bretanha, George Osborne, concordou no domingo que a Grécia pode precisar de mais ajuda, mas disse que os britânicos, que não fazem parte da zona do euro, não devem participar dessa vez. A renegociação da ajuda a Grécia e Irlanda pode ainda complicar o auxÃlio a Portugal, que na semana passada se tornou o terceiro paÃs da zona do euro a receber socorro da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI). Os principais partidos polÃticos de Portugal se comprometeram a dar apoio ao plano de 78 bilhões de euros após as eleições de junho. Mas se a Grécia e a Irlanda conseguirem renegociar os termos da ajuda, será difÃcil recusar a mesma oportunidade a Lisboa, caso o novo governo ache necessário.
As informações são do Estadão.

|
||||||